Segurança e Reconhecimento?

Meu primeiro emprego nos E.U.A – Fui ignorada!


(Bento nunca me ignora. Só love!)

Em 2018, tive a oportunidade de trabalhar como voluntária numa organização non-profit (sem fins lucrativos) e posteriormente fui contratada para trabalhar como funcionária.

A experiência foi legal do ponto de vista de poder aprender um pouco sobre como uma organização sem fins lucrativos funciona. De como é trabalhar com pessoas não só da cultura americana, como também trabalhar com pessoas de outras culturas, pois o quadro de funcionários era diversificado.

Basicamente meu trabalho era entrevistar pessoas e orientá-las para que pudessem se inscrever em diversas oportunidades de desenvolvimento através de uma formação técnica e assim serem inseridas no mercado de trabalho americano, isto é, eu dava coaching e mentorização com foco em educação e desenvolvimento comportamental e administrava um dos programas. Confesso que a maior satisfação desse trabalho foi ver ao encerramento de cada classe o quanto os alunos estavam felizes, confiantes e o agradecimento especial que recebi de cada um deles.

Agora, voltando a minha experiência com o primeiro emprego, e é onde quero fazer com que vocês reflitam junto comigo.

Eu estava buscando um emprego, para voltar a me sentir produtiva novamente, após um período sabático. Queria não só aprender coisas novas mas também usar todo o conhecimento que adquiri nos últimos anos em que me dediquei aos estudos e pesquisas mais os anos de experiências nas empresas que trabalhei anteriormente. Além do mais queria obter reconhecimento e segurança, Mas que reconhecimento era esse? E que segurança era essa?

Bom pra começar, eu não usei 5% do meu conhecimento adquirido nos estudos e certificações conquistados. Além do mais, quando quis compartilhar as experiências vividas nas empresas em que trabalhei, e tentar implantar alguma das idéias utilizadas no passado, fui ignorada! Você pode estar até pensando neste momento: Ah mas você trabalhava no mundo corporativo “for-profit” no passado, e agora você estava trabalhando para uma non-profit, mundos totalmente diferentes… E eu te respondo, na prática não são mundo totalmente diferentes assim. Uma organização non-profit dependendo do seu tamanho funciona quase igual a uma for-profit, onde existe folha de pagamento, benefícios para os funcionários, processos, ferramentas, sistemas, políticas, etc. E principalmente é administrada por pessoas, e onde há pessoas, há diferentes estilos de gestão e desafios como em qualquer instituição.

O ponto que quero chegar é que, o reconhecimento que estava buscando em um trabalho não veio e fiquei frustrada, cumpri o que era esperado da função e não quis mais continuar pois não vi oportunidades dentro do que busco em termos de carreira. E isso fez com que eu parasse um pouco e refletisse sobre esse reconhecimento que tanto tenho buscado. E se ele de fato precisa vir do externo, ou seja, das pessoas? Se eu sei o meu valor enquanto profissional, por que busco tanto de fora para dentro ao invés de dentro para fora?

Um outro ponto que comecei a me questionar também é sobre a segurança que um trabalho fixo numa organização poderá me trazer. E tenho me questionado sobre: O que é segurança mesmo? O que ela de fato significa para mim? Será que o externo é quem vai me trazer essa segurança? Qual é essa segurança que eu coloco como tão importante numa instituição? E será que irei obtê-la através de uma organização ou de outra forma? Confesso que ainda estou trabalhando nas minhas respostas, e logo mais divido com vocês.

E você já parou alguma vez e se questionou sobre o que você busca em termos de reconhecimento e segurança referente a trabalho? Será que você está buscando no lugar certo? Até o próximo post!

Beijos, beijos,

Angel

Da série: Procurar emprego nos U.S.A – E agora?

Olá,

20170301_164224-1_resizedEstive ausente por umas semanas, mas foi por uma boa causa -> Viagem ao Brasil! Muita coisa para organizar lá, mas o mais importante foi passar um tempo com a família e amigos. Enfim, as “férias” acabaram, digo férias, pois, desde que me mudei para os E.U.A, não podia trabalhar, em função da espera pelo autorização de trabalho junto ao serviço de Imigração, mas ela chegou e junto dela vem uma série de dúvidas, ansiedade e expectativas, como:

O que fazer agora?

Onde começo a procurar por empregos?

Será que meus diplomas valem aqui?

E será que toda a experiência acumulada ao longo da minha carreira no Brasil serão importantes aqui?

Ah, e meu inglês hein?! Será que está bom o suficiente para um entrevista de emprego e até mesmo para trabalhar num ambiente onde se fala inglês o dia todo?

Bom, como disse muitas perguntas, surgem nessa hora, e uma sensação de friozinho na barriga vem junto também. Esse sentimento é natural, afinal somos seres humanos, e temos um péssimo hábito de sempre ficarmos ansiosos pensando no futuro, daí logo vem a angustia, o medo, entre outros sentimentos. Mas espera aí,  já não se dizia que o futuro é um presente bem vivido? Então, o que decidi para mim foi:  deixar de me preocupar nos “será”, e viver o hoje, com tranquilidade e clareza do que realmente quero para minha carreira. Ah, e acrescentar Amor, pensamento positivo todos os dias!

Respondendo algumas perguntas citadas acima: SIM, SIM, SIM! Os nossos diplomas adquiridos no Brasil valem aqui sim. Talvez alguma empresa peça para fazer uma tradução. Eu precisei usar uma vez, e usei a MendWord (link final do post), que é bastante rápida e eficiente.  E sim, a sua experiência profissional conta aqui e muito, aliás pelo que ouvi de alguns amigos e pessoas do mundo de RH, é que os americanos valorizam bastante a diversidade cultural e experiências internacionais, que podem ser um plus quando uma empresa está buscando por um candidato que tenha vivência em determinada cultura, idioma, ou até mesmo um mercado/país que essa empresa esteja  interessada em explorar.

E claro, não diferente do Brasil, tem que se preparar e muito na busca pelo emprego. Acho que até mesmo antes desse passo, é importante se perguntar o que realmente você quer fazer? Se quer ainda seguir a mesma carreira, e/ou trabalhar no mesmo tipo de empresa que estava no Brasil? Ou se quer tentar algo totalmente diferente, como uma nova área de atuação, ou até mesmo empreender. E esse é o momento! Assim como eu, você está num período sabático, e aproveitar esse momento para obter essas respostas é muito importante e digo mais, ser GRATA de poder fazer essa escolha AGORA.

Então, o que fazer agora? Pesquisar, ler muito: Linkedin, internet em geral, contactar associações ou grupos de brasileiros perto de onde mora (sempre tem uma), consultar a embaixada brasileira, buscar por organizações non profit (sem fins lucrativos). E sim é o que estou fazendo, aliás já estava fazendo isso muito antes de obter minhas aprovações, porque já queria me preparar e entender melhor as oportunidades desse novo país.

Agora, estou na minha fase exploratória, fazendo minhas pesquisas, meu network com empresas, organizações, e novos amigos. E logo, logo, aparecerá algo bem legal, que tenha sentido para mim e que esteja alinhado com o que busco em termos de trabalho e carreira. É simples assim, dar o 1. passo, fazer os movimentos necessários para que o universo possa fazer a parte dele também. 😉

E como lição fica ter paciência, acreditar no seu potencial, se valorizar, se respeitar. Eu, você somos tão bom profissionais quanto os locais. Lembre-se disso! Obstáculos, inseguranças sempre surgirão em qualquer lugar do planeta. E se você pensar bem, as inseguranças também vinham quando estava no seu país, certo?

E pra finalizar, gostaria de comentar sobre uma uma organização bem bacana, que estou em contato, e que acho bem legal dividir. É a Upwardly, trata-se de uma instituição sem fins lucrativos, e que ajuda imigrantes com experiências no mundo corporativo a ingressar no mercado dos EUA. Funciona como se fosse uma empresa de outplacement, mas ela não cobram nada por isso, e ajuda de forma bastante didática e consultiva em todo o processo de preparação para busca de empregos, segue o link abaixo:

UpWardly

MendWord

Ter Fé em mim, e tenha FÉ em VOCÊ! 

 

Até mais,

Beijos, beijos. 

Eba! Agora posso ter uma vida normal nos E.U.A.

Olá

20170214_173849É com alegria que divido essa notícia muito boa. Finalmente chegaram minhas permissões que me autorizam a trabalhar nos EUA e a viajar para fora do país.

O engraçado é que isso aconteceu exatamente uma semana após publicar o post “Como lidar com a ansiedade enquanto o seu green card não vem?. Confesso que fiquei supresa, pois, quando fiz o post acima estava com a expectativa que levaria um tempo para conseguir essas permissões. Mas elas chegaram, e o que fazer agora?

Bom, recapitulando um pouco e para explicar como é esse processo. Depois que me casei dei entrada na documentação junto ao órgão USCIS (U.S Citizenship and Immigration Services), da data da entrada até o 1.contato para coleta das impressões digitais e fotos, levaram-se 45 dias. Após isso, as permissões chegaram em 50 dias. E ainda dando continuidade ao processo, será agendado uma entrevista no USCIS, e é nessa última fase que obtenho o green card permanente. As permissões que tenho hoje são temporárias com validade para 1 ano. Bom, mas o que importa é que já posso ter uma vida “normal”. E respondendo, sobre o que irei fazer agora, vou te dizer aqui..

Primeiro, vou para o Brasil (huhu). Estou morrendo de saudades da minha família e amigos. E tenho algumas coisas para colocar em ordem lá também. Ir à praia, tomar água de coco, enfim matar a saudade de tudo o que é muito brasileiro.

E quando voltar, retomarei a minha carreira, a busca pelo emprego ideal. Digo ideal, para mim, pois tenho muito claro qual o tipo de emprego e empresas que quero continuar meu desenvolvimento profissional. Afinal ao longo da minha vida adquiri muitas experiências e isso me permite hoje ter uma idéia melhor do que quero para minha carreira.

Mas não estou de braços cruzados agora não. Tão logo recebi minhas permissões, comecei a fazer networking com algumas empresas de consultoria em Recursos Humanos (minha área). E essa semana terei uma primeira reunião com uma ONG bem bacana que ajuda imigrantes com experiências no mundo corporativo, a voltarem ao mercado de trabalho e nos EUA. Assim, que tiver minha primeira reunião com essa ONG, irei fazer um post sobre, com dicas e muito mais.

Brasil, here I go!!! 

 

Beijos, beijos.

Como lidar com a ansiedade enquanto o seu green card não vem?

Olá!

socal-trip-079Toda pessoa como no meu caso que decidiu morar num outro país, seja por razões de casamento ou até mesmo porque precisou acompanhar o marido por conta de uma proposta de emprego, precisa aprender a lidar com a ansiedade, saudade e o tempo livre. Não é nada fácil para ser bem sincera, mas sempre procuro ter um olhar positivo do momento e tentar tirar o máximo proveito da situação atual.

No meu caso, casei recentemente e agora estou em vias de obter as permissões necessárias para poder trabalhar e viajar para fora do país. Esse processo todo pode ser razoavelmente rápido, mas também pode ser demorado. O prazo pode ser impactado por uma série de processos/burocracias, e se você fiz tudo corretamente. Não tem como prever e cada caso é um caso. É assim que alguns amigos qua já passaram pela mesma situação descrevem.

Enfim, mas o ponto aqui é como lidar com toda essa saudade, ansiedade e tempo livre?

Vou começar pelo aparentemente mais fácil. No meu caso sinto muitas saudades da minha família e amigos. O que faço é falar com a família e muito, seja por skype ou whatsupp. Claro que não é a mesma coisa do que estar perto, dar um abraço apertado nos meus pais, mas a tecnologia ajuda muito a aliviar essa saudades. Já com os amigos, tento acompanha-los nas redes sociais, trocar mensagens, e com os mais próximos falo com mais frequência seja por skype/whatsupp.

Sobre o tempo livre, confesso que as vezes fico entediada, porque no momento não tenho aquela rotina de ter que acordar cedo, me arrumar e sair para trabalhar, conversar com os colegas de trabalho, fazer reuniões, etc, etc. Aquele sentimento de que não estou produzindo nada, sabe?  Ai vem a ansiedade… Mas isso ocorre por que? Graças a Deus eu saquei isso logo de cara! E vou explicar aqui.

Bom, eu tinha um estilo de vida diferente quando estava morando em São Paulo (carreira, minha casa, família por perto e muitos amigos). Vou chamar de passado. Hoje tenho meu marido, nossa casa, e bem poucos amigos. Esse é o meu presente. Eu também andava muito preocupada sobre quando chegaria minhas permissões para retomar minha carreira e poder viajar ao Brasil logo, Chamo aqui de futuro. Em outras palavras, estava basicamente colocando muita energia no passado e no futuro, mas e o presente? O que estou fazendo com ele?

Primeiro, aprendi a desenvolver mais a paciência, as coisas não ocorrem no tempo e velocidade que eu gostaria que acontecesse. Segundo, aprendi a agradecer mais e mais. Sou muito grata, pela nova oportunidade que a vida me deu: agora eu tenho um marido/amigo maravilhoso. Tenho a oportunidade de estar num novo país, conhecer mais a fundo uma nova cultura e ainda viver numa cidade linda. Isso é gratidão e quando você percebe isso, você já resolve uns 80% da sua ansiedade.

Mas voltando a pergunta sobre o presente, e o que estou fazendo com ele. Bom, pela primeira vez na minha vida eu posso em período integral dedicar o meu tempo à mim e ao meu amor. Não é o máximo???

Como sou uma pessoa que precisa ter rotinas e projetos para me sentir produtiva, então logo que mudei, continuei com a malhação. Vou na academia de 2.f à 6.f, faço acompanhamento com a minha nutricionista Bianca Naves de SP, e tenho a consultoria online do personal trainer Gustavo Mattos. Ah e também faço na academia yoga para relaxar e aliviar a ansiedade.

Obs: (Veja, eu levei uns 4 meses para me matricular numa academia daqui, antes disso eu treinava nas escadas das ruas ou nos parques, me forçava muito a malhar mesmo nos dias de frio e as vezes com chuva).

Outra coisa que resolvi fazer, foi me voluntariar numa organização, a Valencia 826, já falei sobre ela em outro post. Essa ONG faz um trabalho super legal voltado à educação de crianças imigrantes, e me encaixei totalmente com a cultura e a energia do lugar, além da experiência maravilhosa e aprendizado que estou tendo com as crianças e adolescentes.

Ah e outra coisa leio muito! Atualmente estou lendo 3 livros diferentes, começo um, canso e mudo para o outro, volto, e assim vai. Quando na minha vida tive tempo para isso? No máximo lia um livro a cada três meses, e somente a noite antes de ir deitar. (Dá uma olhada no menu “Curiosidades” e procura pela categoria livros).

Além dessas atividades, eu tenho agora esse blog que me dedico todos os dias e tem sido uma experiência muito enriquecedora, pois, sei que compartilhar essa fase e tudo o que tenho aprendido aqui, de alguma forma está sendo ou poderá ser útil para alguém algum dia.

Bom, sempre estou inventando algo novo, cozinhar uma nova receita, reformar algum objeto em casa, bater perna por San Francisco para olhar as lojas, museus, coffee shops, ou simplesmente andar na rua e prestar atenção nas pessoas, nas arquiteturas, no som dos pássaros, ou daquela música que vem de algum lugar desconhecido…

E é essa a sacada, viver o presente e tirar o máximo de proveito dele. Hoje eu vivo mais leve, sem tanta ansiedade. E claro que quando chegar o meu verdinho, a minha vida mudará novamente. Mas esse é o futuro, e enquanto isso, eu vou viver meu presente, feliz cuidando de mim, do meu maridinho, e mesmo distante da minha família, que amo muito.

Algumas fotos do meu dia-a-dia:

* fotos da esquerda para direita:

  • Minha academia: Fitness San Francisco.
  • Andando por Upper Haight perto do Buena Vista Park.
  • Momento artístico: Reformando um banquino da cozinha.
  • Flower Corner: O meu buque de noivas foi feito lá, o Juan fez um buque tão lindo e com tanto carinho, que virei sua cliente.
  • Andando por downton.
  • Andando ao redor do City Hall, onde me casei.

 

É isso, viver o presente com amor e carinho é o melhor “remédinho” para a ansiedade. 😉

Beijo, beijo.

 

Quer estudar inglês em San Francisco e de graça/free?

Olá,

Segue algumas dicas de escolas que oferecem o curso de inglês para turistas e estudantes e o melhor totalmente free!!!

1.City College of San Francisco 

Endereço: 1170 Market St – Downtown / San Francisco – CA94102

Para se inscrever basta acessar o linke: City College of SF , e procure por ESL (English as a Second Language).

2. Teaching House.

Essa instituição oferece eventualmente cursos gratuitos desde o nível básico até o intermediário. Os cursos são ministrados por estudantes que já possuem domínio da língua, mas que estão no processo de desenvolvimento para se tornarem professores de inglês certificados através do TEFL pela Universidade de Cambridge.

Para saber mais informações acesse o link: Teaching House , ou mande u e-mail para: englishclasses@teachinghouse.com, e pergunte sobre o programa: “Free English Classes”.

Obs: Em 2015, eles cobravam U$ 20,00 por material.

3. Small Advantages – Canal do Gavin no Youtube

Adoro esse cara, e sempre que posso, ou tenho alguma dúvida sobre o inglês acesso o seu canal. Esse americano ensina o idioma de forma bastante didática e divertida, através de dicas sobre gramática, expressões, fonética e etc.  Ele também fala português, então você encontrará videos nos dois idiomas. Acesse o link: Small Advantages.

 

Beijo, beijo.

Resoluções 2017 – Minha tradição de longa data.

20170112_084051_resized

Todos os anos tenho como hábito elaborar uma lista de resoluções e desejos para o ano seguinte. Venho realizando essa tradição já há muitos anos e sempre anoto nesse caderninho da foto o ano e a lista. Aliás esse caderninho tem pelo menos as resoluções anotadas dos últimos 5 anos.

No caso das resoluções, são coisas que acredito que podem ser melhoradas, seja meu comportamento em determinadas situações, perder peso, etc. Já a minha lista de desejos, são coisas que gostaria de conseguir realizar como: viajar para a Itália, lançar meu blog e assim por diante.

20161209_172600_resizedBom, primeiro ano morando na California não poderia ser diferente, e resolvi criar um ritual com meu marido. Decidimos escrever nossa lista de pedidos e resoluções em papéis diferentes, e colocá-las numa meia (decoração de Natal) e depois penduramos na árvore. No Dia de Reis (6/1/2017), ao desmontarmos á arvore como manda a tradição, lemos nossas listas em voz alta e nos comprometemos a olhar eventualmente ao longo do ano para ver como estávamos indo, e no momento de montar a árvore do próximo Natal, faríamos um check point de tudo o que foi realizado.

Bom falando sobre os rituais de Ano Novo, sabemos que o Brasil é um país bastante místico, e sempre gosto de compartilhar das nossas crenças e superstições com meu marido e seus familiares como: comer sementes de romã, lentilha, vestir uma peça íntima da cor e significado daquilo que desejamos que ocorra no próximo ano. E claro que realizamos todas elas, além de no dia 1/1/2017, fomos até a praia de Laguna Beach e oferecemos rosas brancas à Iemanjá nas águas do Pacífico, bem como pulamos as 7 ondas e fizemos 7 pedidos, veja a foto abaixo:

Algumas pessoas que estavam na praia não devem ter entendido nada, e não paravam de olhar. Mas nem por isso, me senti intimidada e segui a tradição. E como todos os anos, senti uma leveza, uma sensação de limpeza da alma.

captura-de-tela-2017-01-13-01-39-52

(Quase congelei pulando as ondas. Esse dia estava ensolarado, mas a sensação térmica da água deveria ser de uns 5.C pelo menos).

Acho importante essa coisa de ter rituais, tradições como o seu marido ou namorado. O legal é que além de aumentar a nossa cumplicidade, também nos ajuda apoiando um ao outro para conseguir realizar pelo menos 100% da lista.

Voltando ao meu caderninho, eventualmente faço uma leitura das resoluções passadas e fico feliz em olhar o quanto evoluí, hábitos que deixei de ter, coisas que consegui realizar. Aliás nem preciso dizer né, que casar com o Colin e morar em San Francisco estava na minha lista de 2016. 😉

E você? Fez sua a sua lista? Se não fez, ainda dá tempo!

Acredite no que você quer para sua vida, mentalize-a, e mãos a obra sempre!

Beijo, beijo.