Gratidão

Acordei hoje pela manhã com preguiça. Sabe aquela vontade de ficar no sofá lendo um bom livro, tomar uma xícara de café e não fazer mais nada. Como é bom quando a gente tem esse tempo para nós, não é? Confesso que tive a tentação de voltar para a cama e dormir um pouco mais. Porém ao olhar a janela e ver a grama e as ruas cobertas de gelo e a neve caindo como se fosse pequenos pedaços de algodão, um sentimento forte invadiu meu coração. Me emocionei, caíram lágrimas no meu rosto, e logo tentei identificar que sentimento era esse. 

Esse sentimento chama-se Gratidão. 

Pensei um pouco mais nele, me emocionei novamente e vi o quanto sou grata por tudo o que aprendi, conquistei e por ter uma família e amigos maravilhosos. 

Quem me conhece a fundo sabe que nunca nada foi muito fácil. Tive sempre que estudar e trabalhar muito para atingir meus objetivos, pois, sabia que eles não iriam cair do céu. Por mais que tenha ocorrido algumas adversidades, frustrações, choros, eu sabia que iria sair daquela fase. Porém como tudo na minha vida, eu teria que me esforçar, focar e deixar ir aquilo que não servia mais ou faria sentido para a vida que almejava. 

Pode parecer um tanto piegas e repetitivo, porque lemos o tempo todo que temos que agir dessa forma em livros de autoajuda. Talvez todos passem pelos mesmos desafios, uns mais outros menos. E ok. 

O ponto em que quero chegar é como tudo vai se encaixando no momento certo. Não no momento em que queremos, mas no momento em que estamos mais preparados. Alguns irão dizer que é no tempo de Deus, do Universo, dos Anjos. Eu não sei afirmar em que tempo é esse, mas uma coisa eu posso afirmar por mim…

Estar preparado e receber o que a vida está me mandando agora, significa que eu já percorri por muitos caminhos de errar, estudar, dedicar, aprender, amadurecer e ser mais sábia. E isso eu não falo do ponto de visto comportamental e emocional, mas também do ponto de vista intelectual. Estar preparada para executar um projeto ou trabalho melhor, assumir uma nova posição, ou até mesmo começar a trabalhar na tão sonhada carreira. 

Chamo essa fase de recompensa. Recompensa por todas as ações que me propus a executar para ser alguém melhor. Melhor como ser humano e melhor como profissional.

Isso não significa que já alcancei tudo, muito pelo contrário acho que essa reflexão só valida o que disse inicialmente. As coisas boas acontecem no momento em que estamos mais preparados. Seja espiritualmente, emocionalmente e intelectualmente.

Pense nisso!

Angelica

Alguns dos meus livros favoritos lidos em 2018.

O ano de 2018 foi um ano de novos desafios. Me mudei no final de 2017 de San Francisco para Boston. Meu primeiro emprego em U.S. Foi um também um ano de muitos estudos, planejamento e muita reflexão. E esses livros foram alguns dos que me ajudaram nessa fase de adaptação e desenvolvimento. Eu costumo lever de 2 a 3 livros por mês, e claro que teve outros mais do estilo ficção/novel para descontrair a mente também. 😉

Segurança e Reconhecimento?

Meu primeiro emprego nos E.U.A – Fui ignorada!


(Bento nunca me ignora. Só love!)

Em 2018, tive a oportunidade de trabalhar como voluntária numa organização non-profit (sem fins lucrativos) e posteriormente fui contratada para trabalhar como funcionária.

A experiência foi legal do ponto de vista de poder aprender um pouco sobre como uma organização sem fins lucrativos funciona. De como é trabalhar com pessoas não só da cultura americana, como também trabalhar com pessoas de outras culturas, pois o quadro de funcionários era diversificado.

Basicamente meu trabalho era entrevistar pessoas e orientá-las para que pudessem se inscrever em diversas oportunidades de desenvolvimento através de uma formação técnica e assim serem inseridas no mercado de trabalho americano, isto é, eu dava coaching e mentorização com foco em educação e desenvolvimento comportamental e administrava um dos programas. Confesso que a maior satisfação desse trabalho foi ver ao encerramento de cada classe o quanto os alunos estavam felizes, confiantes e o agradecimento especial que recebi de cada um deles.

Agora, voltando a minha experiência com o primeiro emprego, e é onde quero fazer com que vocês reflitam junto comigo.

Eu estava buscando um emprego, para voltar a me sentir produtiva novamente, após um período sabático. Queria não só aprender coisas novas mas também usar todo o conhecimento que adquiri nos últimos anos em que me dediquei aos estudos e pesquisas mais os anos de experiências nas empresas que trabalhei anteriormente. Além do mais queria obter reconhecimento e segurança, Mas que reconhecimento era esse? E que segurança era essa?

Bom pra começar, eu não usei 5% do meu conhecimento adquirido nos estudos e certificações conquistados. Além do mais, quando quis compartilhar as experiências vividas nas empresas em que trabalhei, e tentar implantar alguma das idéias utilizadas no passado, fui ignorada! Você pode estar até pensando neste momento: Ah mas você trabalhava no mundo corporativo “for-profit” no passado, e agora você estava trabalhando para uma non-profit, mundos totalmente diferentes… E eu te respondo, na prática não são mundo totalmente diferentes assim. Uma organização non-profit dependendo do seu tamanho funciona quase igual a uma for-profit, onde existe folha de pagamento, benefícios para os funcionários, processos, ferramentas, sistemas, políticas, etc. E principalmente é administrada por pessoas, e onde há pessoas, há diferentes estilos de gestão e desafios como em qualquer instituição.

O ponto que quero chegar é que, o reconhecimento que estava buscando em um trabalho não veio e fiquei frustrada, cumpri o que era esperado da função e não quis mais continuar pois não vi oportunidades dentro do que busco em termos de carreira. E isso fez com que eu parasse um pouco e refletisse sobre esse reconhecimento que tanto tenho buscado. E se ele de fato precisa vir do externo, ou seja, das pessoas? Se eu sei o meu valor enquanto profissional, por que busco tanto de fora para dentro ao invés de dentro para fora?

Um outro ponto que comecei a me questionar também é sobre a segurança que um trabalho fixo numa organização poderá me trazer. E tenho me questionado sobre: O que é segurança mesmo? O que ela de fato significa para mim? Será que o externo é quem vai me trazer essa segurança? Qual é essa segurança que eu coloco como tão importante numa instituição? E será que irei obtê-la através de uma organização ou de outra forma? Confesso que ainda estou trabalhando nas minhas respostas, e logo mais divido com vocês.

E você já parou alguma vez e se questionou sobre o que você busca em termos de reconhecimento e segurança referente a trabalho? Será que você está buscando no lugar certo? Até o próximo post!

Beijos, beijos,

Angel

Minhas últimas leituras

Olá!

Segue uma nova lista dos livros que li recentemente. Tem 2 em Português -> Precisava matar a saudades um pouco do meu país!

 

 

  1. Life of Pi – (Yann Martel)

O Livro fala de uma família que vive num zoológico na Índia e que depois se muda para o Canadá. É um mix de aventuras, romance, e até o narrador da história levanta alguns questionamentos sobre religiosidade e a crença à Deus por parte de alguns povos.

2. Bycicle Diaries – (David Byrne dos Rolling Stones)

Para os amantes de bike recomendo esse livro! David Byrne conta a crônica de suas experiências, observações e impressões ao cruzar diferentes cidades durante suas turnês e férias na sua bike desmontável. Muito divertido e interessante esse livro!

3. Abuzado – (Caco Barcelos)

Fiquei interessada em ler esse livro após assistir uma entrevista do Caco no programa do Bial. Como sou fã do repórter, dei um jeito de encontrat o livro na Amazon e depois de uns 30 dias estava chegando em San Francisco. Para quem quer saber um pouco mais sobre o tráfico de drogas do Rio de Janeiro, a Política, Polícia e corrupção e como tudo está interligado, vale a pena ler esse livro!

4. O Império é Você – (Javier Moro)

Mesmo o autor sendo de origem espanhola, esse livro é sobre o Brasil! Trata-se da história real + ficção da época de Dom Pedro, Princesa Izabel e de como o país foi colonizado pelos portugueses, as influências da Austria, Inglaterra e de como o país tornou-se independente da Coroa portuguesa. Logo após ler esse livro, a Globo lançou a novela “Novo Mundo” e assistir pelo Globo Play daqui e percebi que havia muita semelhança entre a novela e o livro, mas não sei explicar se o autor da novela se baseou também no livro para escrevê-la.

5.  The 13th. Discipline – (Deepak Chopra)

Bom, sou fã dele, e já li quase todos os seus livros! E esse em particular é diferente da maioria dos seus livros por que não trata apenas espiritualialidade e auto-conhecimento, mas é uma narrativa histórica, que entrelaça mistério, aventura. Trata-se de um romance magistralmente contado que revela descobertas surpreendentes sobre o último discípulo desconhecido de Cristo e uma nova compreensão de quem Jesus foi em seu útimos dias.

Summer in San Fran and the Festivals are coming soon.

Hellooooo,

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The summer is coming and the San Franciscans know how to celebrate it. Get ready to pull out the beach blankets, picnic baskets, big hats and sunscreen to prepare for a summer filled with music, food, and dance. Invite your family to visit you in San Francisco during this time and to join in on the fun festivals.

Enjoy the summer. Have fun!

Check out the link below with the list of Festivals between May to October/2017.

Summer of Festivals in San Fran

Até mais,

Beijos,

Angel

Da série: Procurar emprego nos U.S.A – E agora?

Olá,

20170301_164224-1_resizedEstive ausente por umas semanas, mas foi por uma boa causa -> Viagem ao Brasil! Muita coisa para organizar lá, mas o mais importante foi passar um tempo com a família e amigos. Enfim, as “férias” acabaram, digo férias, pois, desde que me mudei para os E.U.A, não podia trabalhar, em função da espera pelo autorização de trabalho junto ao serviço de Imigração, mas ela chegou e junto dela vem uma série de dúvidas, ansiedade e expectativas, como:

O que fazer agora?

Onde começo a procurar por empregos?

Será que meus diplomas valem aqui?

E será que toda a experiência acumulada ao longo da minha carreira no Brasil serão importantes aqui?

Ah, e meu inglês hein?! Será que está bom o suficiente para um entrevista de emprego e até mesmo para trabalhar num ambiente onde se fala inglês o dia todo?

Bom, como disse muitas perguntas, surgem nessa hora, e uma sensação de friozinho na barriga vem junto também. Esse sentimento é natural, afinal somos seres humanos, e temos um péssimo hábito de sempre ficarmos ansiosos pensando no futuro, daí logo vem a angustia, o medo, entre outros sentimentos. Mas espera aí,  já não se dizia que o futuro é um presente bem vivido? Então, o que decidi para mim foi:  deixar de me preocupar nos “será”, e viver o hoje, com tranquilidade e clareza do que realmente quero para minha carreira. Ah, e acrescentar Amor, pensamento positivo todos os dias!

Respondendo algumas perguntas citadas acima: SIM, SIM, SIM! Os nossos diplomas adquiridos no Brasil valem aqui sim. Talvez alguma empresa peça para fazer uma tradução. Eu precisei usar uma vez, e usei a MendWord (link final do post), que é bastante rápida e eficiente.  E sim, a sua experiência profissional conta aqui e muito, aliás pelo que ouvi de alguns amigos e pessoas do mundo de RH, é que os americanos valorizam bastante a diversidade cultural e experiências internacionais, que podem ser um plus quando uma empresa está buscando por um candidato que tenha vivência em determinada cultura, idioma, ou até mesmo um mercado/país que essa empresa esteja  interessada em explorar.

E claro, não diferente do Brasil, tem que se preparar e muito na busca pelo emprego. Acho que até mesmo antes desse passo, é importante se perguntar o que realmente você quer fazer? Se quer ainda seguir a mesma carreira, e/ou trabalhar no mesmo tipo de empresa que estava no Brasil? Ou se quer tentar algo totalmente diferente, como uma nova área de atuação, ou até mesmo empreender. E esse é o momento! Assim como eu, você está num período sabático, e aproveitar esse momento para obter essas respostas é muito importante e digo mais, ser GRATA de poder fazer essa escolha AGORA.

Então, o que fazer agora? Pesquisar, ler muito: Linkedin, internet em geral, contactar associações ou grupos de brasileiros perto de onde mora (sempre tem uma), consultar a embaixada brasileira, buscar por organizações non profit (sem fins lucrativos). E sim é o que estou fazendo, aliás já estava fazendo isso muito antes de obter minhas aprovações, porque já queria me preparar e entender melhor as oportunidades desse novo país.

Agora, estou na minha fase exploratória, fazendo minhas pesquisas, meu network com empresas, organizações, e novos amigos. E logo, logo, aparecerá algo bem legal, que tenha sentido para mim e que esteja alinhado com o que busco em termos de trabalho e carreira. É simples assim, dar o 1. passo, fazer os movimentos necessários para que o universo possa fazer a parte dele também. 😉

E como lição fica ter paciência, acreditar no seu potencial, se valorizar, se respeitar. Eu, você somos tão bom profissionais quanto os locais. Lembre-se disso! Obstáculos, inseguranças sempre surgirão em qualquer lugar do planeta. E se você pensar bem, as inseguranças também vinham quando estava no seu país, certo?

E pra finalizar, gostaria de comentar sobre uma uma organização bem bacana, que estou em contato, e que acho bem legal dividir. É a Upwardly, trata-se de uma instituição sem fins lucrativos, e que ajuda imigrantes com experiências no mundo corporativo a ingressar no mercado dos EUA. Funciona como se fosse uma empresa de outplacement, mas ela não cobram nada por isso, e ajuda de forma bastante didática e consultiva em todo o processo de preparação para busca de empregos, segue o link abaixo:

UpWardly

MendWord

Ter Fé em mim, e tenha FÉ em VOCÊ! 

 

Até mais,

Beijos, beijos. 

Eba! Agora posso ter uma vida normal nos E.U.A.

Olá

20170214_173849É com alegria que divido essa notícia muito boa. Finalmente chegaram minhas permissões que me autorizam a trabalhar nos EUA e a viajar para fora do país.

O engraçado é que isso aconteceu exatamente uma semana após publicar o post “Como lidar com a ansiedade enquanto o seu green card não vem?. Confesso que fiquei supresa, pois, quando fiz o post acima estava com a expectativa que levaria um tempo para conseguir essas permissões. Mas elas chegaram, e o que fazer agora?

Bom, recapitulando um pouco e para explicar como é esse processo. Depois que me casei dei entrada na documentação junto ao órgão USCIS (U.S Citizenship and Immigration Services), da data da entrada até o 1.contato para coleta das impressões digitais e fotos, levaram-se 45 dias. Após isso, as permissões chegaram em 50 dias. E ainda dando continuidade ao processo, será agendado uma entrevista no USCIS, e é nessa última fase que obtenho o green card permanente. As permissões que tenho hoje são temporárias com validade para 1 ano. Bom, mas o que importa é que já posso ter uma vida “normal”. E respondendo, sobre o que irei fazer agora, vou te dizer aqui..

Primeiro, vou para o Brasil (huhu). Estou morrendo de saudades da minha família e amigos. E tenho algumas coisas para colocar em ordem lá também. Ir à praia, tomar água de coco, enfim matar a saudade de tudo o que é muito brasileiro.

E quando voltar, retomarei a minha carreira, a busca pelo emprego ideal. Digo ideal, para mim, pois tenho muito claro qual o tipo de emprego e empresas que quero continuar meu desenvolvimento profissional. Afinal ao longo da minha vida adquiri muitas experiências e isso me permite hoje ter uma idéia melhor do que quero para minha carreira.

Mas não estou de braços cruzados agora não. Tão logo recebi minhas permissões, comecei a fazer networking com algumas empresas de consultoria em Recursos Humanos (minha área). E essa semana terei uma primeira reunião com uma ONG bem bacana que ajuda imigrantes com experiências no mundo corporativo, a voltarem ao mercado de trabalho e nos EUA. Assim, que tiver minha primeira reunião com essa ONG, irei fazer um post sobre, com dicas e muito mais.

Brasil, here I go!!! 

 

Beijos, beijos.

Corona Heights – Um bairro para visitar, e que não é tão popular no “circuito turístico”.

Olá,

Hoje irei falar do bairro de Corona Heights. Trata-se de um bairro que não faz parte dos passeios mais famosos para se visitar em San Francisco, e é mais frequentado pelos locais.

Falando um pouco sobre a origem desse bairro, as suas ruas foram formadas através de montanhas, ou seja, foram literalmente cortadas, e abrangem todas as ruas do Buena Vista Park e estendendo-se por todo o caminho até a Market Street.

 

O bairro ainda possui um parque que fica numa região alta, o Corona Park (basta seguir as ladeiras pela Roosevelt way). Ele é pequeno mas tem várias pedras que você pode escalar, sentar e apreciar a vista.

Vale a pena visitar essa região, suba até o parque e depois desça em direção à Market St, onde chegará ao bairro de Castro, com vários bares e restaurantes.

Confira abaixo as fotos de Corona Heights:

 

Beijo, beijo.

Meus restaurantes favoritos em San Francisco.

Olá,

Esse página é para falar um pouco sobre os meus restaurantes favoritos em San Francisco, e constantemente será atualizado com a inclusão de novos que irei conhecendo e aprovando ao longo do tempo. 

Espero que você goste das dicas!

Beijos, beijos.

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 1. La Mediterranee – (bairro Castro / 288 Noe Street

Desde 1981 em San Francisco, esse restaurante especializado na cozinha do Oriente Médio (Armênia, Líbano) e também Marrocos e Grécia, oferece deliciosos pratos, saladas e sanduíches por um preço bem acessível.

2. Cafe International – (bairro Lower Haight / 508 Haight Street) 

Essa coffee shop de origem latina é um lugar simples, mas bem espaçoso. Nos fundos tem um pequeno jardim e uma pintura linda sobre diferentes cultura. Toda vez que vou lá peço o de sempre “Bagel com cream cheese e avocado”.

3. Dragon Beaux – (bairro Richmond District / 5700 Geary Boulevard) 

Atualmente é o meu preferido em comidas chinesas. Muita variedade e o preço é bem justo pela qualidade e atendimento.

 

4. Revelry – (bairro Hayes Valley) 

Trata-se de um bistro Francês bastante cozy, que oferece um delicioso brunch e jantares da cozinha francesa e internacional.

 

5. Lers Ros – (bairro Hayes Valley)

Se você está procurando por comida da região da Malásia, esse é o lugar , pois e o único que conheço em SF e que mais se aproxima da autêntica comida desse país tão curioso.

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6. Minas Brasil – (bairro Hayes Valley) 

Saudades da comida brasileira, esse é o lugar que quando estou com preguiça de cozinhar pratos brasileiros em casa, mas quero um “confort food”, vou nele comer os famosos petiscos brasileiros, feijoada, moqueca. Tudo de bom!