O que você pode fazer como visitante.

captura-de-tela-2017-01-13-01-19-50

Você brasileiro que possui o visto B1 (business) ou B2 (turismo), e que pretende vir aos Estados Unidos poderá:

  • Permanecer no país, pelo prazo de 6 meses consecutivos, a contar da data de entrada no país (ver a data que foi carimbada no seu passaporte no momento de cruzar a alfândega nos EUA.
  • Realizar cursos e workshops, desde que a carga horária não ultrapasse  de 18 horas semanais. Acima desse período é necessário ter o visto de estudante.
  • Realizar algum tipo de trabalho voluntário. Aliás, os EUA é muito bom nisso. Há diversas ONGs e iniciativas bacanas com diferentes propósitos.
  • Alugar e dirigir carros em todo o país, com a sua carteira nacional de habilitação desde que esteja vigente.
  • Não é necessário andar e/ou apresentar o passaporte toda vez que for entrar num bar, casa de espetáculos, casa noturna,ou até mesmo no momento de pagar uma conta no restaurante ou loja com o cartão de crédito. A sua carteira de habilitação é aceita como documento pessoal válido (ID).

 

Maiores informações sobre vistos, basta acessar o link do portal da Embaixada Americana, logo abaixo:

Embaixada Americana no Brasil

E informações sobre leis de trânsito e regras, segue o site da DMV US (Departamento de veículos motores)

DMV

Beijo, beijo.

Ontem foi dia de Moqueca no jantar.

Olá,

Eu e o Colin, adoramos cozinhar. E ontem ele decidiu “reinventar”a moqueca de peixe. Lembra daquela fusão Brazil/San Francisco que mencionei na minha página inicial? Pois, é ela ocorre o tempo todo na vida da gente e não poderia ser diferente na culinária.

Contando um poVersão 2uco sobre a primeira experiência que o Colin teve com a moqueca, foi na sua primeira viagem ao Brasil, em 2015. Ele foi me visitar, logo após que voltei de San Francisco pela primeira vez. Elaborei um super plano de viagem que incluía, visita à SP, Rio, Ilha Grande e Parati. E foi no Rio que ele degustou a moqueca e olha a cara dele de felicidade na foto abaixo. Pois bem, ficou apaixonado moqueca e decidiu comprar azeite de dendê e algumas pimentas brasileiras no Mercadão Municipal de SP.

Acho que no total, já fizemos esse prato para amigos, pelo menos umas 2 vezes. E no nosso casamento servimos também no jantar com um dos pratos principais.

Bom, mas falando da Moqueca de ontem, a reinvenção do Colin, foi ao invés de utilizar Peixe ou Camarão, ele resolveu fazer com salmão. E acredite ficou uma delícia!

Basicamente os principais ingredientes utilizados foram:

  • Salmão
  • Peixe defumado (tipo sardinha do mercado/marca Trader Joe’s)
  • Pimentas doce (origem california)
  • Azeite de dendê
  • Óleo de Coco
  • Pimenta Jiquitaia Baniwa*
  • Temperos orgânicos em geral

* Origem da Amazônia. Trouxe de São Paulo e comprei no Armazém e restaurante Jacarandá no bairro de Pinheiros.

Caso esteja interessado em saber mais sobre a pimenta jiquitaia, acesse o link abaixo e conheça mais sobre o maravilhoso trabalho que as índias da tribo Baniwa fazem na Amazônia.

Tribo Baniwa

Beijo, beijo.

 

View story at Medium.com

Resoluções 2017 – Minha tradição de longa data.

20170112_084051_resized

Todos os anos tenho como hábito elaborar uma lista de resoluções e desejos para o ano seguinte. Venho realizando essa tradição já há muitos anos e sempre anoto nesse caderninho da foto o ano e a lista. Aliás esse caderninho tem pelo menos as resoluções anotadas dos últimos 5 anos.

No caso das resoluções, são coisas que acredito que podem ser melhoradas, seja meu comportamento em determinadas situações, perder peso, etc. Já a minha lista de desejos, são coisas que gostaria de conseguir realizar como: viajar para a Itália, lançar meu blog e assim por diante.

20161209_172600_resizedBom, primeiro ano morando na California não poderia ser diferente, e resolvi criar um ritual com meu marido. Decidimos escrever nossa lista de pedidos e resoluções em papéis diferentes, e colocá-las numa meia (decoração de Natal) e depois penduramos na árvore. No Dia de Reis (6/1/2017), ao desmontarmos á arvore como manda a tradição, lemos nossas listas em voz alta e nos comprometemos a olhar eventualmente ao longo do ano para ver como estávamos indo, e no momento de montar a árvore do próximo Natal, faríamos um check point de tudo o que foi realizado.

Bom falando sobre os rituais de Ano Novo, sabemos que o Brasil é um país bastante místico, e sempre gosto de compartilhar das nossas crenças e superstições com meu marido e seus familiares como: comer sementes de romã, lentilha, vestir uma peça íntima da cor e significado daquilo que desejamos que ocorra no próximo ano. E claro que realizamos todas elas, além de no dia 1/1/2017, fomos até a praia de Laguna Beach e oferecemos rosas brancas à Iemanjá nas águas do Pacífico, bem como pulamos as 7 ondas e fizemos 7 pedidos, veja a foto abaixo:

Algumas pessoas que estavam na praia não devem ter entendido nada, e não paravam de olhar. Mas nem por isso, me senti intimidada e segui a tradição. E como todos os anos, senti uma leveza, uma sensação de limpeza da alma.

captura-de-tela-2017-01-13-01-39-52

(Quase congelei pulando as ondas. Esse dia estava ensolarado, mas a sensação térmica da água deveria ser de uns 5.C pelo menos).

Acho importante essa coisa de ter rituais, tradições como o seu marido ou namorado. O legal é que além de aumentar a nossa cumplicidade, também nos ajuda apoiando um ao outro para conseguir realizar pelo menos 100% da lista.

Voltando ao meu caderninho, eventualmente faço uma leitura das resoluções passadas e fico feliz em olhar o quanto evoluí, hábitos que deixei de ter, coisas que consegui realizar. Aliás nem preciso dizer né, que casar com o Colin e morar em San Francisco estava na minha lista de 2016. 😉

E você? Fez sua a sua lista? Se não fez, ainda dá tempo!

Acredite no que você quer para sua vida, mentalize-a, e mãos a obra sempre!

Beijo, beijo.