Meus restaurantes favoritos em San Francisco.

Olá,

Esse página é para falar um pouco sobre os meus restaurantes favoritos em San Francisco, e constantemente será atualizado com a inclusão de novos que irei conhecendo e aprovando ao longo do tempo. 

Espero que você goste das dicas!

Beijos, beijos.

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 1. La Mediterranee – (bairro Castro / 288 Noe Street

Desde 1981 em San Francisco, esse restaurante especializado na cozinha do Oriente Médio (Armênia, Líbano) e também Marrocos e Grécia, oferece deliciosos pratos, saladas e sanduíches por um preço bem acessível.

2. Cafe International – (bairro Lower Haight / 508 Haight Street) 

Essa coffee shop de origem latina é um lugar simples, mas bem espaçoso. Nos fundos tem um pequeno jardim e uma pintura linda sobre diferentes cultura. Toda vez que vou lá peço o de sempre “Bagel com cream cheese e avocado”.

3. Dragon Beaux – (bairro Richmond District / 5700 Geary Boulevard) 

Atualmente é o meu preferido em comidas chinesas. Muita variedade e o preço é bem justo pela qualidade e atendimento.

 

4. Revelry – (bairro Hayes Valley) 

Trata-se de um bistro Francês bastante cozy, que oferece um delicioso brunch e jantares da cozinha francesa e internacional.

 

5. Lers Ros – (bairro Hayes Valley)

Se você está procurando por comida da região da Malásia, esse é o lugar , pois e o único que conheço em SF e que mais se aproxima da autêntica comida desse país tão curioso.

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6. Minas Brasil – (bairro Hayes Valley) 

Saudades da comida brasileira, esse é o lugar que quando estou com preguiça de cozinhar pratos brasileiros em casa, mas quero um “confort food”, vou nele comer os famosos petiscos brasileiros, feijoada, moqueca. Tudo de bom!

Como lidar com a ansiedade enquanto o seu green card não vem?

Olá!

socal-trip-079Toda pessoa como no meu caso que decidiu morar num outro país, seja por razões de casamento ou até mesmo porque precisou acompanhar o marido por conta de uma proposta de emprego, precisa aprender a lidar com a ansiedade, saudade e o tempo livre. Não é nada fácil para ser bem sincera, mas sempre procuro ter um olhar positivo do momento e tentar tirar o máximo proveito da situação atual.

No meu caso, casei recentemente e agora estou em vias de obter as permissões necessárias para poder trabalhar e viajar para fora do país. Esse processo todo pode ser razoavelmente rápido, mas também pode ser demorado. O prazo pode ser impactado por uma série de processos/burocracias, e se você fiz tudo corretamente. Não tem como prever e cada caso é um caso. É assim que alguns amigos qua já passaram pela mesma situação descrevem.

Enfim, mas o ponto aqui é como lidar com toda essa saudade, ansiedade e tempo livre?

Vou começar pelo aparentemente mais fácil. No meu caso sinto muitas saudades da minha família e amigos. O que faço é falar com a família e muito, seja por skype ou whatsupp. Claro que não é a mesma coisa do que estar perto, dar um abraço apertado nos meus pais, mas a tecnologia ajuda muito a aliviar essa saudades. Já com os amigos, tento acompanha-los nas redes sociais, trocar mensagens, e com os mais próximos falo com mais frequência seja por skype/whatsupp.

Sobre o tempo livre, confesso que as vezes fico entediada, porque no momento não tenho aquela rotina de ter que acordar cedo, me arrumar e sair para trabalhar, conversar com os colegas de trabalho, fazer reuniões, etc, etc. Aquele sentimento de que não estou produzindo nada, sabe?  Ai vem a ansiedade… Mas isso ocorre por que? Graças a Deus eu saquei isso logo de cara! E vou explicar aqui.

Bom, eu tinha um estilo de vida diferente quando estava morando em São Paulo (carreira, minha casa, família por perto e muitos amigos). Vou chamar de passado. Hoje tenho meu marido, nossa casa, e bem poucos amigos. Esse é o meu presente. Eu também andava muito preocupada sobre quando chegaria minhas permissões para retomar minha carreira e poder viajar ao Brasil logo, Chamo aqui de futuro. Em outras palavras, estava basicamente colocando muita energia no passado e no futuro, mas e o presente? O que estou fazendo com ele?

Primeiro, aprendi a desenvolver mais a paciência, as coisas não ocorrem no tempo e velocidade que eu gostaria que acontecesse. Segundo, aprendi a agradecer mais e mais. Sou muito grata, pela nova oportunidade que a vida me deu: agora eu tenho um marido/amigo maravilhoso. Tenho a oportunidade de estar num novo país, conhecer mais a fundo uma nova cultura e ainda viver numa cidade linda. Isso é gratidão e quando você percebe isso, você já resolve uns 80% da sua ansiedade.

Mas voltando a pergunta sobre o presente, e o que estou fazendo com ele. Bom, pela primeira vez na minha vida eu posso em período integral dedicar o meu tempo à mim e ao meu amor. Não é o máximo???

Como sou uma pessoa que precisa ter rotinas e projetos para me sentir produtiva, então logo que mudei, continuei com a malhação. Vou na academia de 2.f à 6.f, faço acompanhamento com a minha nutricionista Bianca Naves de SP, e tenho a consultoria online do personal trainer Gustavo Mattos. Ah e também faço na academia yoga para relaxar e aliviar a ansiedade.

Obs: (Veja, eu levei uns 4 meses para me matricular numa academia daqui, antes disso eu treinava nas escadas das ruas ou nos parques, me forçava muito a malhar mesmo nos dias de frio e as vezes com chuva).

Outra coisa que resolvi fazer, foi me voluntariar numa organização, a Valencia 826, já falei sobre ela em outro post. Essa ONG faz um trabalho super legal voltado à educação de crianças imigrantes, e me encaixei totalmente com a cultura e a energia do lugar, além da experiência maravilhosa e aprendizado que estou tendo com as crianças e adolescentes.

Ah e outra coisa leio muito! Atualmente estou lendo 3 livros diferentes, começo um, canso e mudo para o outro, volto, e assim vai. Quando na minha vida tive tempo para isso? No máximo lia um livro a cada três meses, e somente a noite antes de ir deitar. (Dá uma olhada no menu “Curiosidades” e procura pela categoria livros).

Além dessas atividades, eu tenho agora esse blog que me dedico todos os dias e tem sido uma experiência muito enriquecedora, pois, sei que compartilhar essa fase e tudo o que tenho aprendido aqui, de alguma forma está sendo ou poderá ser útil para alguém algum dia.

Bom, sempre estou inventando algo novo, cozinhar uma nova receita, reformar algum objeto em casa, bater perna por San Francisco para olhar as lojas, museus, coffee shops, ou simplesmente andar na rua e prestar atenção nas pessoas, nas arquiteturas, no som dos pássaros, ou daquela música que vem de algum lugar desconhecido…

E é essa a sacada, viver o presente e tirar o máximo de proveito dele. Hoje eu vivo mais leve, sem tanta ansiedade. E claro que quando chegar o meu verdinho, a minha vida mudará novamente. Mas esse é o futuro, e enquanto isso, eu vou viver meu presente, feliz cuidando de mim, do meu maridinho, e mesmo distante da minha família, que amo muito.

Algumas fotos do meu dia-a-dia:

* fotos da esquerda para direita:

  • Minha academia: Fitness San Francisco.
  • Andando por Upper Haight perto do Buena Vista Park.
  • Momento artístico: Reformando um banquino da cozinha.
  • Flower Corner: O meu buque de noivas foi feito lá, o Juan fez um buque tão lindo e com tanto carinho, que virei sua cliente.
  • Andando por downton.
  • Andando ao redor do City Hall, onde me casei.

 

É isso, viver o presente com amor e carinho é o melhor “remédinho” para a ansiedade. 😉

Beijo, beijo.

 

Quer estudar inglês em San Francisco e de graça/free?

Olá,

Segue algumas dicas de escolas que oferecem o curso de inglês para turistas e estudantes e o melhor totalmente free!!!

1.City College of San Francisco 

Endereço: 1170 Market St – Downtown / San Francisco – CA94102

Para se inscrever basta acessar o linke: City College of SF , e procure por ESL (English as a Second Language).

2. Teaching House.

Essa instituição oferece eventualmente cursos gratuitos desde o nível básico até o intermediário. Os cursos são ministrados por estudantes que já possuem domínio da língua, mas que estão no processo de desenvolvimento para se tornarem professores de inglês certificados através do TEFL pela Universidade de Cambridge.

Para saber mais informações acesse o link: Teaching House , ou mande u e-mail para: englishclasses@teachinghouse.com, e pergunte sobre o programa: “Free English Classes”.

Obs: Em 2015, eles cobravam U$ 20,00 por material.

3. Small Advantages – Canal do Gavin no Youtube

Adoro esse cara, e sempre que posso, ou tenho alguma dúvida sobre o inglês acesso o seu canal. Esse americano ensina o idioma de forma bastante didática e divertida, através de dicas sobre gramática, expressões, fonética e etc.  Ele também fala português, então você encontrará videos nos dois idiomas. Acesse o link: Small Advantages.

 

Beijo, beijo.

Voluntariado em San Francisco.

Olá,

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Hoje vou falar sobre o programa  de voluntariado que faço parte, e também dar algumas dicas de como funciona caso você tenha interesse em vir para cá ou para qualquer cidade dos EUA.

Recentemente me inscrevi numa organização bem bacana, chamada 826 Valencia. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos dedicada a apoiar os estudantes de seis a dezoito anos, e que estão matriculados em escolas públicas da Bay Area (baía de SF). Basicamente a 826 oferece diversos programas com foco no desenvolvimento das habilidades dos alunos na escrita criativa e expositiva. E as composições  após finalizadas são publicadas regularmente em livros, revistas e jornais da 826.  Existem alguns outros projetos junto com a iniciativa privada, e empresas como Google entre outras, elaboram temas e os estudantes desenvolvem em cima desses temas histórias e posteriormente essas histórias são contadas através de alguma plataforma digital e animação dessas empresas.

É uma iniciativa bem legal, e fazer parte dela como tutora, tem me trazido uma experiência muito rica. Primeiro porque tenho a oportunidade de conhecer mais de perto a cultura e os hábitos das crianças e adolescentes, alguns deles são americanos e outros são imigrantes de diversas nacionalidades. Segundo, é muito prazeroso ajudá-los no processo de aprendizagem, como: ajudá-los a pensar, explorar idéias e criar com liberdade de imaginação, e sem medo de ser julgado. Terceiro, tenho a possibilidade de aperfeiçoar meu inglês, enriquecendo meu vocabulário. E por fim, também estou de certa forma aprendendo, afinal sempre gostei de escrever, hoje tenho esse blog, e escrevo também artigos na minha área que é desenvolvimento pessoal. Toda essa vivência tem me ajudado não só a aprimorar a minha comunicação, mas também a me tornar uma pessoa mais ligada nas pessoas e paciente.

Sobre o trabalho voluntário nos EUA, ele é muito valorizado na cultura americana. As universidades e faculdades, inclusive, levam bastante em consideração as experiências voluntárias dos estudantes na hora da admissão. Em outras palavras, caso um estudante esteja pensando em entrar para tal universidade, as suas horas como voluntário irão contar pontos no momento da admissão.

Se você vem aos EUA com visto de turista (*) ou de estudante, você pode aplicar-se num dos diversos programs que o país oferece. Vou deixar abaixo uma lista de links que você pode consultar, basta acessar a organização que mais lhe agrada, preencher os devidos formulários e aguardar a resposta. Veja, no meu caso como eu estava aplicando para trabalhar com crianças e adolescentes, foi necessário realizar exames de sangue, pele (TB test), bem como a biometria para análise de antecedentes criminais (LiveScan). Mas todos esses detalhes de como fazer, custo e onde fazer, será informado pela ONG que você se cadastrar.

Link: 826 Valencia

Jovens embaixadores:

Esse programa é da Embaixada Americana no Brasil, chamado Jovens Embaixadores. Quando estava trabalhando pela IBM, por ser uma empresa americana, ela era um dos participantes desse programa, e eu como funcionária tive o prazer de ser convidada para ser a tutora de um estudante de Brasília. Basicamente minha atividade era ajudá-lo no inglês, e na elaboração e fala da apresentação sobre a sua cidade e cultura, que ele teria que realizar na Embaixada Brasileira nos EUA e no palácio do governo em Washington.

Você pode saber mais sobre o programa de como ser um jovem embaixador ou até mesmo um tutor através do link: Jovens Embaixadores

Best Buddies:

Esse programa é bem legal, e meu marido atua como voluntário há mais de 2 anos. Trata-se de você tornar-se um buddy (amigo) de uma criança ou adolescente que possui algum tipo de dificuldade em casa, como exemplo pai ou mãe ausentes, etc. Numa frenquência de 2 ou 3 vezes no mês, você passeia com o seu buddy, conversa, ou seja, seu objetivo é que no dia dos encontros ele/ela tenha um dia bem divertido. Acesse o link: Best Buddies

Outros links sobre trabalhos voluntários:

USA gov

Gooverseas

(*) Sempre antes de viajar consulte o site do consulado americano.

Beijo, beijo. 

 

Estive no deserto Joshua Tree, mas onde estava o U2?

Olá,

Acho que não teria melhor hora para falar do deserto de Joshua Tree na California. Estive lá há 2 semanas atrás, durante a minha trip por SoCal (sul da California), logo após o Natal . E também o U2 acabou de divulgar sua turnê mundial que começará em Março/2017, para celebrar os 30 anos do seu disco chamado “The Joshua Tree”. Cujo nome foi influenciado pelo mix de experiências que a banda teve nos EUA, e com visitas aos países da América Central e África, (países dessas regiões estavam sofrendo com guerras civis e violência na década de 80). Fazendo uma pesquisa rápida na na internet, achei o trecho de uma entrevista que Bono concedeu em 1987 sobre o lançamento do álbum e em que dizia: “Mesmo ao passar um tempo na África e ver as pessoas nos vales da pobreza, eu ainda consegui ver um espírito muito forte nelas, uma riqueza de espírito que eu não vi quando cheguei em casa… Eu vi a criança mimada do mundo ocidental. Comecei a pensar, ‘Eles podem ter um deserto físico, mas temos outros tipos de sobremesa’. E é isso que me atraiu para o deserto como um símbolo de algum tipo”. 

O parque nacional Joshua Tree está localizado entre San Bernardino e Riverside, com uma área de aproximadamente 3200 km. O seu nome provém de uma espécie de cacto, encontrada quase exclusivamente nesta zona, denominada Joshua tree (“árvore de Joshua”) ou árvore de Josué.

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(foto do cacto Joshua)

O deserto é simplesmente lindo, dá para fazer muitas hikes (caminhadas) e escalar algumas pedras para ter uma vista mais completa de todo o lugar.

Agora, de volta à experiência no deserto, foi de fato uma aventura para mim, pois, estava bem frio, e acampamos por uma noite lá. A única vez que havia acampado, foi na época em que estava na faculdade, em que choveu durante os 4 dias e ainda fui tachada de princesa, na época. Acampar com chuva não dá né!  rsrs

Durante o dia estava ensolarado, com temperatura em torno de uns 17.C. Já durante a noite variou entre 6.C e 3.C na madrugada. Veja a diferença, Colin estava vestindo apenas uma camisa de flanela, já eu com uma jaqueta super grossa, daquelas estilo para neve, e ainda com blusa de lã, luvas e toca. A essa altura ele já tinha escutado pelo menos umas 30 vezes que eu estava com frio…

O parque oferece uma estrutura com banheiros para quem quer acampar numa das áreas designadas para acampamento. No site abaixo, é possível fazer reservas, bem como achar informações sobre trilhas, entre outras coisas.

Recreation.gov

Beijo, beijo.

Compras em San Francisco.

San Francisco, não é a cidade mais barata dos Estados Unidos para fazer compras, mas se você anda um pouco, poderá encontrar coisas bem legais por um preço digamos ok…

1. Hayes street (bairro Hayes Valley)

Se você quer ter a experiência de explorar um bairro mais frequentado pelos sanfranciscan e fora do circuito mais turismo, esse é o lugar. A Hayes St lembra um pouco algumas ruas de Pinheiros em São Paulo/Brasil, possui algumas lojas de roupas assinadas por designers locais  restaurantes e alguns bares. Vale a pena dar uma explorada nessa área.

2. Union street (bairro Marina) 

Essa é outra rua também mais frequentada pelos locais. A Union St, tem diversas lojas bacanas e restaurantes. E ao andar nela a cada quarteirão que você atravessar, terá uma vista linda da baia de San Francisco mais abaixo.

3. Market street (dowtown)

Entre as ruas 6th street até a 2th street, você encontra lojas mais famosas como Levis, Forever21, 5th Saks Avenue, além do mall (shopping) Westfield (Zara, Abercrombie, Adidas, Blommingdales), etc.

4. Powell Street (downtown)

Travessa da Market st, e em frente ao shopping Westfield, tem a Powell St, além de ser o ponto de embarque para pegar o famoso “cable car” (bondinho) de SF, tem também diversas lojas bacanas como: GAP, Urban Outifters, Sephora, MAC, etc.

5. Union Square (downtown)

Subindo a Powell St, você verá a praça Union Sq, e logo em frente tem lojas como a Macy’s, Saks, Nike, Apple, Louis Vuitton, etc.

Toda essa região de downtown, tem muitas lojas de grifes famosas (italianas, francesas, etc) e artigos para casa. Se você quer explorar mais basta continuar andando na Union Sq em direção à leste.

6. Chinatown 

Um pouco para cima de downtown, só seguir reto na Grant Avenue. E como toda Chinatown tem várias lojas de artigos de decoração chinesa, souvenirs e restaurantes.

7. Outlet

Não há outlet em San Francisco, mas há dois outlets próximos e localizados no interior:

  • San Francisco Premium Outlet (cidade de Livermore, cerca de 45 minutos de carro)
  • Gilroy Premium Outlet (cidade de Gilroy, cerca de 1:15 minutos de carro)

Obs: Hoje em dia não vejo muita vantagem em fazer compras nos outlets da California, os preços normalmente são quase os mesmos das lojas de rua) .

 

Beijos, beijos.

Beef tartare.

A primeira vez que comi o beef tartare foi no Ruela, restaurante no bairro de Pinheiros em SP. Fomos jantar lá para celebrar meu aniversário. Confesso, que no dia não gostei e achei que jamais iria comê-lo novamente. Mas o Colin, me convenceu e há uns 5 meses atrás fizemos em casa pela primeira vez, e ontem repetimos. E de fato é muito gostoso e fácil de fazer.

Os principais ingredientes utilizados foram:

  • bife de lombo
  • anchovas
  • gema do ovo
  • mostarda Dijon
  • azeite, salsinha, sal, pimentas e outros condimentos

Servimos com salada verde mista e pão “sourdough”, mas pode ser qualquer tipo de pão também.

Alguns dos meus lugares favoritos em San Francisco, e em apenas 1 quarteirão.

Hoje foi dia de andar no bairro. Finalmente após alguns finais de semanas consecutivos de chuva, o dia amanheceu ensolarado, um pouquinho “chilly” (gelado), mas só de ter o sol, já está perfeito.

No bairro de Hayes Valley, tem muito coisa legal para se fazer, mas tem um quarteirão específico localizado entre as ruas Octavia, Linden e Fell que tem exatamente tudo o que gosto. E vou te dizer porque…

Na Octavia St, tem o Biergarten, trata-se de uma bar ao ar livre que tem no menu cervejas locais e alemãs e “fingerfoods” (para comer com as mãos), como o pork belly slider , que é um pequeno sanduíche  feito com a barriga do porco. Simplesmente Yummy!!!  Saindo do Biergarten e logo na esquina com a Linden St tem a sorveteria Smitten Ice cream, os sorvetes feitos na hora para cada cliente. Bom, seguindo mais adiante na Linden St, tem o Blue Bottle, trata-se de uma cofee shop que na minha opinião tem o melhor café de San Francisco. E por fim, seguindo enfrente e virando à direita você chega na Fell St, e lá tem a a minha loja de carnes preferida, a Fatted Calf .

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Ah, e hoje faremos para o jantar bife tartare. Dá uma conferida depois na página Gastronomia -> Cozinhando.  😉

Beijo, beijo

 

 

 

 

Livros que recomendo.

  1. Meanwhile in San Francisco (Enquanto isso em San Francisco), do autor Wendy Macnaughton.

Soube desse livro somente na segunda vez que vim morar aqui. E é interessante como confirmou todas as minhas impressões e percepções sobre esses irreverentes,  divertidos e as vezes assustadores estilos. Então, se você quer conhecer um pouco mais sobre SF, mas do ponto de vista de um “local“, vale a pena lê-lo. O autor descreve de forma bem descontraída e ilustrada os “san-franciscans“.

2. The start-up of you (Comece por você)  dos autos Reid Hoffman (Co-fundador Linkedin) e Ben Canocha (Empresário/Escritor).

20170124_111220Comecei a ler esse livro ontem, e é bem legal a forma que é tratado sobre o desenvolvimento das carreiras ao longo das diferentes gerações, além da mudança de mindset da palavra “empreendedor”. Afinal nos somos os empreendedores da nossa própria vida. Correto?!

 

 

 

 

 

3. Yoga and the Spiritual Life, (Yoga e a vida espiritual), de Sri Chinmoy.

20170124_111314.jpgEsse livro é bem legal, para conhecer um pouco mais sobre a conexão entre ioga e espiritualidade do ponto de vista de um monge. Tem várias perguntas e respostas que esclarece dúvidas importantes sobre espiritualidade e missão de vida.

 

 

 

Quem sou eu mesma?

Parte I – Diferenças Culturais

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Uma das principais coisas que tive que aprender a lidar quando me mudei para cá, foi a questão das diferenças culturais. E no início achava que, como eu estava num outro país eu deveria viver essa nova cultura em todos os aspectos (comportamento, comida, forma de cumprimentar as pessoas, etc, etc.) Bom, no final do primeiro mês, eu estava me sentindo frustrada e confusa até sobre quem de fato era a Angelica.

Primeiro, sou brasileira, e como todo bom brasileiro, a gente gosta de cumprimentar um amigo com pelo menos um beijo no rosto e um abraço. Aqui, a maioria das pessoas te cumprimentam com um aperto de mão, isso tanto amigos como familiares. No início foi muito estranho ter que cumprimentar a minha sogra apenas com um aperto de mão. Agora ela me salda sempre com um abraço bem apertado. Acho que nesse caso, foi ela quem incorporou a cultura brasileira. 😉

Claro que o cumprimento como o aperto de mão não ocorre em 100% dos casos. O meu marido mesmo quando nos conhecemos pela primeira vez, ele me cumprimentou com um abraço um tanto aconchegante.  Moderninho para um americano, sabe! Confesso, que estava esperando cuprimentá-lo com um aperto de mão, e já tinha até me preparado psicologicamente para não dar uma gafe e beijá-lo no rosto.

O quero dizer é que se você se deparar com um americano um pouco mais viajado, ele até irá te cumprimentar com pelo menos um abraço. Beijo não digo, porque já seria demais para eles. Aliás isso me faz lembrar, quando o meu marido foi me visitar a primeira vez no Brasil. Ao apresentá-lo aos meus amigos, todos o cumprimentaram com um abraço e beijo no rosto. Me recordo perfeitamente, o rosto dele ficando roxo de vergonha e confuso. Ele chegou até mencionar que se sentia muito desconcertado com aquela situação. Eu entendi e respeitei, afinal o tipo de cumprimento no país dele é diferente do meu, certo. O que fiz foi comentar com os amigos mais próximos, para evitar pelo menos o beijo ao cumprimentá-lo. rsrsrs. E nem preciso dizer que as vezes ainda cometo a gafe de abraçar e tentar dar um beijo quando cumprimento algum amigo americano aqui.

Outras diferenças que me deparei aqui em San Francisco foi sobre crenças. Os americanos são bem mais fechados e algumas vezes muito céticos. E nós brasileiros somos  um pouco mais faithful (crente), místicos, e sempre temos uma simpatia para tudo né minha gente??? Então era difícil fazer um comentário mais deep (profundo) sobre determinado acontecimento ou segurar a boca para não sugerir uma simpatia para tratar do tal tersol. Justo eu que fui criada pelos meus pais que vieram do Campo e sempre sugerem uma simpatia para isso e para aquilo. Além que adoro viajar na maionese e filosofar sobre o sentido da vida.

Mas por que me senti tão frustrada?

Primeiro, porque a minha cultura está super enraizada em mim, e fazem parte de quem é a Angelica. O que percebi é que é muito mais legal e prazeroso, quando divido um pouco dos meus hábitos com as pessoas com quem convivo. Explico o porque tais coisas são importantes para mim. E o melhor não tenho mais aquele medo de ser julgada ou não. E aos pouquinhos as pessoas que são mais sensíveis, vão me dando a oportunidade de mostrar um pouco mais da minha cultura e até incorporar na vida delas. Trata-se de uma troca. Algumas coisas eu deixei de fazer, porque tenho que entender e respeitar essas diferenças e outras eu compartilho.

No último réveillon, meu marido comeu sementes de romã, lentilha, ofereceu rosas brancas à Iemanjá e pulou as 7 ondas, pela primeira vez. E na primeira semana do ano, tomou banho de sal grosso para purificar as energias. hahaha. Não só amou a experiência, como já disse que fará no próximo. Com quem ele aprendeu?

Beijo, beijo.